© 2001-2019 Beckhauser, Kroetz & Sócios - Escritório de Advocacia

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O escritório conta com um acervo de obras dos artistas Joinvilenses Juarez Machado, Mirian Beckhauser, Rafael Moreno e Luiz Henrique Schwanke. Além dos quadros e gravuras dos artistas contamos com a biblioteca mais completa de Santa Catarina do Jurista Pontes de Miranda, são mais de 100 obras das diferentes fases, sendo que em sua maioria assinadas pelo próprio Autor.

Da nova geração de artistas joinvilenses o Escritório possui em seu acervo obra do Artista Rafael  Moreno que pode ser vista em nossa sala de reunião. A obra é da série “Grafismos Portáteis”. A mostra foi a troca de referências entre Rafael com as obras originais do escultor Fritz Alt (esboços, treinamento de formas, exercícios, colagens, fotografias e imagens) como um repositório de memórias e de referências de estilo.

 

Sendo a primeira exposição de arte de Rafael Moreno, que teve a curadoria de Jorge Hiroshi. A exposição foi aberta ao público 10 de abril terminando em 15 de maio de 2016 e apresentou 10 obras nas técnicas de aquarela, nanquim e acrílica sobre papel.

 

A exposição também, foi inspirada no proverbio chinês: “Há três coisas que não voltam: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida”.  A flecha quando atirada é como nossas ações que podem ou não acertar o alvo desejado. “Entretanto, a palavra quando é lançada sempre acerta um alvo, o coração de alguém. O que mais se leva a perder oportunidades é o medo, que assume diversas facetas. O medo de fracassar, medo de ter sucesso, medo de amar e com isso a busca em desenvolver mais a ousadia, a coragem e os pensamentos positivos”.

Já, as gravuras do artista Juarez machado que estão expostas na recepção são da exposição Châteaux Bordeaux de 2009, em comemoração ao “Ano da França no Brasil”, Juarez Machado presenteou seu público com uma bela coleção com 54 obras entre pinturas e desenhos inspiradas nos castelos da região de Bordeaux com vocação vinícola. Estão lá as colheitas, as degustações dentro das adegas, as barricas, os casais em momentos de contemplação, as celebrações, os belos jardins, as vinhas e seu corredores bem demarcados e os piqueniques. Todas essas cenas foram retratadas com os castelos ao fundo ou no interior deles, misturando ao mesmo tempo um realismo incrível desses locais a magia que cada história conta através das pinceladas do artista.

Sobre o sofá da espera foi disposta a gravura “Chateau Haut-Briaon II” (2009) e sobre a mesa da secretária esta exposta o obra intitulada  “Château Pichon Longueville Comtesse de Lalande” (2009). Já na sala dos advogados pode ser vista as obras “bike 10” e “bike 5” da série que faz parte da Exposição do Instituto Internacional Juarez Machado.

Em 2017, o Escritório adquiriu parte das obras carrancas/linguarudos do acervo particular do crítico Alberto Beuttenmuller falecido em 2016, o Crítico recebeu de presente do próprio Schwanke desenhos em guache sobre papel e após a morte de Alberto as obras foram disponibilizadas para nova aquisição do público. Assim, com objetivo de trazer parte desta obra para Joinville, cidade natal do artista Luiz Henrique Schwanke que nasceu  em 1951 e nos deixou prematuramente no ano de 1992, o escritório Beckhauser, Kroetz & Sócios adquiriu uma delas para seu acervo de arte.

 

O Schwanke completou a graduação em Comunicação Social na Universidade Federal do Paraná (UFPR), escreveu para jornal e trabalhou em agências de publicidade de Curitiba, onde abraçou o teatro como escritor, ator e cenógrafo. Nas artes plásticas – campo de efervescência em 1980/90 –, produziu mais de três mil obras, entre desenhos, esculturas, pinturas e instalações; lançando noções de arte pública e contemporaneidade, conectado ao movimento artístico internacional.

Na década de 80, época da obra adquirida pelo escritório, Schwanke destacou-se sobretudo na pintura, fase marcada pelo conceitual e a gestualidade expressiva. Inicialmente surgem os seios e depois os perfis, os quais foram denominados de "carrancas" pela crítica paranaense Adalice Araújo, e apelidados "linguarudos" pelo povo.

 

Schwanke ganhou prêmios e conquistou reconhecimento, como a seleção pela Bienal Brasil Século XX, em 1994. Viajou para a Alemanha, Suécia e Rússia, teve trabalhos expostos no Museu de Arte Moderna de Bruxelas (Bélgica). Com a obra “Cubo de Luz – Antinomia”, levada a São Paulo em 1991, afetou o tráfego aéreo – única representação do Estado de Santa Catarina (a projeção é lembrada no livro Bienal 50 Anos). As provocações também surgiam de monumentos de baldes plásticos coloridos, com conceitos híbridos, que visitaram a geometria do Minimalismo, as novas linguagens do Concretismo, a apropriação do Barroco, o resgate da Pop Art.